Autoinvalidação é quando você aprende a duvidar de si mesma antes mesmo de sentir.
É como apagar o próprio farol: você segue vivendo, mas sem luz suficiente para perceber o que precisa, o que sente e onde estão seus limites.
Esse padrão não nasce do nada.
Ele costuma surgir em histórias onde suas emoções foram criticadas, minimizadas ou ignoradas, e, para sobreviver, você precisou se adaptar apagando a própria verdade interna.
O problema é que, quando você faz isso por muito tempo, surgem culpa, vergonha, esgotamento e dificuldade de se posicionar.
A vida fica mais pesada quando você anda no escuro.
A prática de autovalidação é o caminho que reacende sua luz.
É olhar para dentro com coragem, precisão e respeito.
É reconhecer a emoção primária antes das histórias, remover julgamentos e tratar seus sentimentos com a mesma dignidade que você oferece a quem ama.
Autovalidar-se não é “passar pano” para si mesma.
É ser justa com a sua experiência.
É dizer: “Faz sentido eu sentir isso, e eu posso cuidar de mim a partir daqui.”
Aos poucos, você deixa de navegar por instinto e volta a navegar por clareza.
Não para controlar o mar, mas para enxergar o seu próprio caminho.
Ser seu próprio farol é a prática diária de não se abandonar.
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Este conteúdo é psicoeducativo e não substitui psicoterapia individual.